Costa Sales Engenharia

Guia do síndico: inspeção predial e manutenção do condomínio

O síndico responde pela manutenção das áreas comuns e precisa saber o que a inspeção predial e o programa de manutenção exigem. Este guia resume o que a NBR 16747 pede do inspetor e o que a NBR 5674 pede do condomínio, traz um checklist prático por sistema, mostra quem faz o quê e indica quando chamar um engenheiro.

PDF de 3 páginas com o checklist para imprimir. Sem cadastro.

1. Inspeção predial e manutenção não são a mesma coisa

A manutenção é gestão: a NBR 5674:2024 trata do sistema de gestão que organiza os serviços do condomínio. Ela distingue a manutenção rotineira (serviços padronizados e cíclicos, como a limpeza geral), a corretiva (intervenção imediata para manter o uso ou evitar graves riscos) e a preventiva (programada com antecedência), conforme o item 4.1.3.

A inspeção predial é uma avaliação. A NBR 16747:2020 a define como o processo de avaliação das condições técnicas, de uso, operação, manutenção e funcionalidade da edificação, de forma sistêmica e predominantemente sensorial, na data da vistoria (item 3.13). A norma a compara a um exame de clínico geral, que pode recomendar exames especializados.

A introdução da NBR 16747 diz que a inspeção predial não substitui as inspeções periódicas que fazem parte dos programas de manutenção da NBR 5674. Por isso o condomínio precisa das duas.

2. O que a NBR 16747 pede da inspeção predial

A norma estabelece o método e as etapas mínimas. Só profissional habilitado, com registro no CREA ou no CAU, pode realizar a inspeção (item 4). As etapas são (item 5.2):

  1. Levantamento de dados e documentação, com a lista pedida confrontada com a fornecida (item 5.3.1).
  2. Análise dos documentos e anamnese: idade, histórico de manutenção, reformas e mudanças de uso.
  3. Vistoria sistêmica da edificação.
  4. Classificação das irregularidades em anomalias e falhas (item 5.3.5).
  5. Recomendação das ações necessárias para restaurar ou preservar o desempenho.
  6. Organização das prioridades em patamares de urgência (item 5.3.7).
  7. Avaliação da manutenção, conforme a NBR 5674, e avaliação do uso.
  8. Redação e emissão do laudo técnico de inspeção.

Prioridades. A Prioridade 1 reúne as ações em que a perda de desempenho compromete a saúde ou a segurança dos usuários, ou a funcionalidade dos sistemas. A Prioridade 2 reúne as ações em que a perda parcial de desempenho afeta a funcionalidade, sem comprometer a saúde e a segurança. A Prioridade 3 reúne as ações programáveis, sem urgência (item 5.3.7).

Abrangência mínima. A avaliação considera segurança (estrutural, contra incêndio e no uso e na operação), habitabilidade (estanqueidade, saúde, higiene e qualidade do ar, funcionalidade e acessibilidade) e sustentabilidade (durabilidade e manutenibilidade), conforme o item 5.1.

O laudo. O conteúdo mínimo está no item 5.3.9: identificação do contratante, descrição da edificação, datas das vistorias, documentação solicitada e fornecida, metodologia, sistemas inspecionados e não inspecionados, anomalias e falhas, classificação, recomendações, prioridades, avaliação da manutenção e do uso, conclusões, assinatura com o número do registro no conselho e ART ou RRT.

Limites. A inspeção é fundamentalmente sensorial e não identifica vícios ocultos que não tenham dado sintoma, nem o que só se descobre com ensaio específico (item 5.3.4). Quando a vistoria não basta, o inspetor recomenda inspeção especializada ou ensaios (item 5.3.6).

3. O que a NBR 5674 pede do programa de manutenção

O programa de manutenção determina as atividades essenciais, a periodicidade, os responsáveis, os documentos de referência e os recursos, para cada sistema e, quando aplicável, para cada elemento, componente e equipamento. Deve ser atualizado periodicamente (item 4.3.1). No mínimo, cada linha do programa traz (item 4.3.3):

  • o sistema e, quando aplicável, o elemento ou componente;
  • a descrição da atividade e a periodicidade;
  • os responsáveis;
  • a documentação de referência e a forma de comprovação;
  • o modo de verificação e o custo.

Inspeções e relatórios. As inspeções seguem os intervalos do manual e do programa, por meio de modelos com roteiro por sistema. Os relatórios descrevem a degradação de cada sistema, apontam e, sempre que possível, estimam a perda de desempenho, recomendam ações e trazem prognóstico de ocorrências (itens 4.2.1 a 4.2.3).

Dinheiro. A previsão orçamentária anual deve incluir uma reserva para a manutenção corretiva, e as deliberações sobre fazer ou não cada intervenção devem constar em ata (item 5.2).

Papel e arquivo. O condomínio deve ter um fluxo de documentação, escrito e aprovado (item 7.2), manter registros legíveis da execução do programa, das inspeções e das manutenções (item 7.3) e arquivar tudo como parte do manual de uso, operação e manutenção, sob guarda do síndico (item 7.4).

Modelo de periodicidade. O Anexo A da norma traz exemplos não restritivos, para adaptar ao projeto e às especificações técnicas. Os intervalos citados no checklist abaixo vêm desse modelo (Tabela A.1) e do Anexo A da NBR 16747. O manual do seu prédio e a legislação local prevalecem.

4. Checklist do síndico por sistema

Use as listas como roteiro de ronda e de cobrança da equipe e das empresas contratadas. Registre data, responsável e foto de cada ocorrência no livro de manutenção. O que for sinal de risco vai para o engenheiro. Os mesmos itens estão no PDF, para imprimir.

4.1 Estrutura

  • Fissuras novas, ou que aumentam de abertura ou de comprimento, em vigas, pilares, lajes e marquises.
  • Ferrugem ou armadura aparente no concreto, com lascamento do cobrimento.
  • Deformações visíveis, como laje ou viga "barriga" e piso desnivelado.
  • Umidade ou manchas em lajes de garagem, sacadas e marquises.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: verificar a integridade estrutural, a cada ano, com empresa especializada.

Quem faz. Empresa especializada ou engenheiro. O síndico registra a ocorrência e aciona.

Chame o engenheiro quando houver: Fissura que evolui, armadura exposta ou qualquer deformação visível.

Fissura vertical em parede, com revestimento destacado e manchas de umidade na base
Fissura com revestimento destacado, registrada em vistoria

4.2 Fachada e esquadrias

  • Peças cerâmicas ou placas soltas, trincadas ou com som cavo à percussão.
  • Juntas e selantes ressecados, abertos ou ausentes.
  • Manchas de umidade, bolor, descascamento de pintura e eflorescência.
  • Esquadrias, vidros e guarda-corpos com folga, falha de vedação ou fixação solta.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: fachada a cada três anos (lavagem, verificação dos elementos e inspeção quando necessário); esquadrias e vidros a cada ano.

Quem faz. Equipe de manutenção local ou empresa especializada, conforme o serviço.

Chame o engenheiro quando houver: Revestimento destacado, trinca em platibanda ou peça com risco de queda sobre calçada e áreas de circulação.

Revestimento da fachada com peças deslocadas e juntas abertas, ao lado de trecho de reboco com a pintura descascada
Revestimento destacado na fachada, registrado em vistoria

4.3 Cobertura

  • Telhas quebradas, deslocadas ou sem fixação, rufos soltos e calhas ou ralos obstruídos.
  • Madeiramento com umidade, cupim ou deformação.
  • Infiltração no último pavimento ou na casa de máquinas.
  • Acesso seguro e guarda-corpo para quem faz a inspeção e a limpeza.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: sistema de cobertura a cada ano. Limpeza de ralos, grelhas e calhas com periodicidade ajustada à sazonalidade, em especial na época de chuvas intensas.

Quem faz. Equipe de manutenção local ou empresa especializada.

Chame o engenheiro quando houver: Infiltração recorrente, madeiramento comprometido ou laje de cobertura com deformação.

Madeiramento de cobertura sem telhas, apoiado sobre alvenaria e laje, com tubulações sobre o piso
Estrutura de cobertura sem telhas, registrada em vistoria

4.4 Impermeabilização e áreas molhadas

  • Manchas de umidade, bolhas ou goteiras no teto abaixo de terraços, jardins, piscinas e reservatórios.
  • Proteção mecânica trincada e água empoçada nas lajes.
  • Ralos entupidos e rejuntes e vedações abertos em áreas molhadas.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: impermeabilização a cada ano, com empresa especializada; rejuntamentos e vedações a cada ano.

Quem faz. Empresa especializada.

Chame o engenheiro quando houver: Infiltração que volta depois do reparo, ou quando é preciso descobrir a origem da água.

Laje com água represada e manchas de umidade, ao lado de tubulações e de uma mureta de alvenaria
Água represada sobre a laje, registrada em vistoria

4.5 Instalações elétricas e hidrossanitárias

  • Quadros com circuitos identificados, sem sinais de aquecimento, oxidação ou cheiro de queimado.
  • Teste do botão do DR e conexões reapertadas por profissional habilitado.
  • Vazamentos, tubulações obstruídas, bombas e boias dos reservatórios funcionando.
  • Registro da limpeza dos reservatórios e do atestado de potabilidade da água.
  • Rede de gás: o Anexo A da NBR 16747 lista a avaliação da rede interna a cada 5 anos ou conforme a legislação local.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: reaperto das conexões do quadro de distribuição e verificação das tubulações, a cada ano.

Quem faz. Equipe de manutenção local, empresa capacitada ou especializada, conforme o serviço.

Chame o engenheiro quando houver: Quadro com aquecimento, disjuntor que desarma sem causa clara ou vazamento que não se localiza.

Quadro de distribuição de circuitos aberto, com disjuntores e identificação dos circuitos
Quadro de distribuição de circuitos, conferido em vistoria

4.6 SPDA (para-raios)

  • Atestado do SPDA em dia, guardado no arquivo do condomínio.
  • Captores, descidas e conexões sem rompimento, peça solta ou corrosão aparentes.
  • Medição de resistência do aterramento registrada.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: inspecionar a integridade e a medição de resistência, a cada ano, com empresa especializada, conforme a legislação vigente. Em locais de corrosão severa, reduzir os intervalos.

Quem faz. Empresa especializada.

Chame o engenheiro quando houver: Atestado vencido, descida rompida ou obra nova na cobertura que alterou o sistema.

4.7 Incêndio

  • AVCB, quando obrigatório, e o certificado de recarga dos extintores, com carga e validade em dia.
  • Iluminação de emergência testada, alarme com livro de ocorrências da central e bombas de incêndio testadas.
  • Portas corta-fogo fechando sozinhas e saídas de emergência desobstruídas.
  • Atestado da brigada de incêndio, quando exigido pela legislação estadual.

Periodicidade de referência. Tabela A.1 da NBR 5674: recarga dos extintores a cada ano, com empresa especializada. A NBR 5674 também proíbe obstruir saídas de emergência durante serviços (item 6.2.3).

Quem faz. Empresa especializada, com a equipe local nos testes de rotina.

Chame o engenheiro quando houver: Dúvida sobre a exigência de AVCB ou do equivalente no seu estado, ou alteração de uso ou de layout.

4.8 Elevadores

  • Contrato de manutenção vigente e relatório de verificações da manutenção.
  • Relatório de inspeção anual dos elevadores (RIA) e alvarás de instalação e de funcionamento.
  • Ruído, trepidação, desnível de parada ou porta que abre com dificuldade, anotados no livro de registro.

Periodicidade de referência. Anexo A da NBR 16747: relatório de inspeção anual dos elevadores (RIA), a cada ano.

Quem faz. Empresa de manutenção dos elevadores. O síndico guarda os documentos.

Chame o engenheiro quando houver: Falhas repetidas sem solução, ou dúvida sobre o que o relatório anual exige.

Fotos reais de trabalhos da equipe, sem identificação de cliente.

5. Quem faz o quê

Síndico ou proprietário
  • Faz cumprir a norma e o manual de uso, operação e manutenção, e provê os recursos do programa de manutenção preventiva das áreas comuns.
  • Guarda a documentação e a entrega formalmente ao sucessor quando o síndico muda.
  • Leva à assembleia as deliberações sobre as intervenções, que devem constar em ata.

NBR 5674:2024, itens 5.2, 7.2, 7.4, 8.1 e 8.2

Condôminos
  • Respondem individualmente pela manutenção das partes autônomas e solidariamente pelo conjunto da edificação.

NBR 5674:2024, item 8.4

Administradora ou empresa de gestão da manutenção
  • Pode receber do síndico a gestão da manutenção, que inclui assessorar nas decisões, manter os documentos e registros, realizar as verificações do programa e orçar e supervisionar os serviços.

NBR 5674:2024, itens 8.5 e 8.6

Equipe local, empresa capacitada e empresa especializada
  • Executam os serviços de manutenção. O programa de manutenção diz, para cada atividade, quem deve executá-la.

NBR 5674:2024, itens 3.2 a 3.4 e 4.1.5

Inspetor predial (engenheiro ou arquiteto)
  • Faz a inspeção predial como profissional habilitado, com registro no CREA ou no CAU.
  • Classifica as irregularidades, organiza as recomendações em Prioridade 1, 2 e 3 e emite o laudo com ART ou RRT.
  • Recomenda inspeção especializada ou ensaios quando a vistoria sensorial não basta.

NBR 16747:2020, itens 4, 5.3.5 a 5.3.7 e 5.3.9

Construtor ou incorporador
  • Entrega ao proprietário o manual de uso, operação e manutenção da edificação, conforme a NBR 14037.

NBR 5674:2024, item 8.3

6. Quando chamar um engenheiro

A equipe local resolve a rotina. Chame o engenheiro quando a ocorrência pode envolver risco, quando a causa não é evidente ou quando o prédio não tem o que a norma espera de um programa de manutenção.

  • Fissura que aumenta, ou trinca em viga, pilar, laje ou platibanda.
  • Revestimento ou peça de fachada solto, com risco de queda sobre áreas de circulação.
  • Armadura exposta, ferrugem no concreto ou deformação visível.
  • Infiltração recorrente, ou que volta depois do reparo.
  • Quadro elétrico com aquecimento, cheiro de queimado ou disjuntor que desarma sem causa clara.
  • Prédio sem manual de uso, sem programa de manutenção ou sem histórico dos serviços.
  • Troca de síndico, venda de unidades em bloco, renovação de seguro ou obra de reforma no condomínio.
  • Depois de chuva forte ou evento que tenha atingido o prédio.

Para a causa de um problema específico, como infiltração ou fissura, o caminho costuma ser o laudo de patologia. Para a avaliação global do edifício, a inspeção predial.

7. Documentos para separar

O Anexo A da NBR 16747 recomenda que o inspetor analise estes documentos, quando existirem. Separe-os antes da vistoria. O que faltar vira registro no laudo e orienta a organização do arquivo do condomínio.

  • Manual de uso, operação e manutenção da edificação e manuais técnicos dos equipamentos.
  • Auto de conclusão (habite-se) e projetos legais aprovados.
  • AVCB (quando exigido), certificados de teste e de recarga dos extintores e atestado de brigada de incêndio.
  • Alvarás e relatório de inspeção anual dos elevadores (RIA), e contratos de manutenção vigentes.
  • Atestado do SPDA e relatórios das verificações elétricas.
  • Relatórios de limpeza dos reservatórios e de potabilidade da água, e das caixas de gordura e de inspeção.
  • Programa de manutenção preventiva, lista de verificações e relatórios dos serviços de manutenção.
  • Regimento interno e atas de assembleia que aprovaram o programa de manutenção.
  • Laudos de inspeção predial anteriores.

Quanto custa uma inspeção predial de edifício?

  • Inspeção predial de edifício

    a partir de R$ 5.000

Valor mínimo estimado. O preço final depende da área, da localização, dos ensaios necessários, da metodologia e da emissão de ART.

Como a Costa Sales atende

A inspeção predial de edifício parte de R$ 5.000, como valor mínimo estimado (ressalva logo acima). O laudo segue o conteúdo mínimo da NBR 16747, com recomendações por prioridade e ART. A proposta sai em até 36 horas e a equipe tem mais de 600 laudos emitidos desde 2019.

Atendemos condomínios em São Paulo e em Fortaleza. Veja a página de inspeção predial em São Paulo ou a de inspeção predial em Fortaleza.

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Perguntas frequentes

Qual a diferença entre inspeção predial e manutenção?

A manutenção é o programa contínuo do condomínio: atividades, periodicidade e responsáveis definidos para cada sistema (NBR 5674). A inspeção predial é a avaliação global e predominantemente sensorial da edificação, feita por profissional habilitado e registrada em laudo (NBR 16747). A própria NBR 16747 diz que a inspeção predial não substitui as inspeções periódicas que fazem parte do programa de manutenção.

O condomínio é obrigado a fazer inspeção predial?

Depende do município e do estado. A NBR 16747 não fixa um intervalo: diz que a periodicidade segue as leis e os regulamentos vigentes e a eventual recomendação do inspetor. Em Fortaleza, a Lei Municipal 9.913/2012 trata do Certificado de Inspeção Predial (CIP). Em São Paulo, não há hoje uma obrigação geral de inspeção predial periódica para todos os edifícios, e a página de inspeção predial de São Paulo detalha o assunto. Confira sempre a legislação local vigente.

Quem pode fazer a inspeção predial do condomínio?

Apenas profissional habilitado, com formação em engenharia ou arquitetura e registro no CREA ou no CAU, dentro das suas atribuições (NBR 16747, itens 3.20 e 4). O laudo deve trazer a assinatura com o número do registro e a ART ou o RRT (item 5.3.9). A inspeção predial pode exigir equipe multidisciplinar, conforme a complexidade das instalações.

Que documentos o síndico deve separar antes da inspeção?

O inspetor pede os documentos do Anexo A da NBR 16747, como manual de uso, operação e manutenção, habite-se, projetos, AVCB quando exigido, relatório anual dos elevadores, atestado do SPDA, contratos e relatórios de manutenção e laudos anteriores. A lista pedida é confrontada com a fornecida, e o resultado é registrado no laudo (item 5.3.1). O que não existir também entra no laudo como não conformidade da documentação.

O que o síndico precisa entregar ao sucessor?

Toda a documentação dos serviços de manutenção executados faz parte do manual de uso, operação e manutenção e fica sob a guarda do síndico. Quando há troca do responsável legal, a NBR 5674:2024 (item 7.4) pede que toda a documentação seja entregue formalmente ao sucessor.

Quanto custa uma inspeção predial de edifício?

Inspeção predial de edifício: a partir de R$ 5.000. Valor mínimo estimado. O preço final depende da área, da localização, dos ensaios necessários, da metodologia e da emissão de ART. Com os dados do imóvel, enviamos a proposta com o valor final.

Responsáveis técnicos: Matheus Costa Barros, Engenheiro Avaliador, CREA-SP 5071624629; Antônio Walison Macedo Oliveira, Engenheiro Civil, CREA-SP 5071510201.